Agressão ocorreu em terminal urbano de Cascavel, no oeste do Paraná.
Vítima relatou que apanhou duas vezes, no intervalo de uma semana.
bissexual e que os rapazes o agrediram por esse
motivo (Foto: Arquivo Pessoal)
Ele garantiu que nunca havia visto os agressores. “Só sei o bairro onde eles moram. Nunca tinha visto”, complementou. Quando os suspeitos forem identificados, Portes pretende processá-los. “Assim que eu ficar sabendo quem são, nome e endereço, vai haver, sim, o processo”, disse. Até as 14h desta terça-feira (23) os rapazes ainda não haviam sido identificados pela Polícia Civil, que investiga o caso.
Segundo o jovem, o primeiro ataque aconteceu no sábado (13), também no Terminal Urbano Leste, quando um homem se aproximou e começou a xingá-lo. “Ele atirou um copo na lotação [ônibus] e quebrou o vidro. O motorista teve que parar o ônibus e eu desci. Ele desceu também e nós brigamos”, lembrou. Desta vez, Portes ficou com um arranhão no rosto.
No sábado (20), Portes voltava do trabalho por volta das 23h15 e, novamente, foi agredido pelo mesmo rapaz e outro amigo dele. “Eu desci do ônibus e estava ele e mais quatro amigos dele me aguardando. Eu passei e nem olhei, já para não ter motivo. Daí, ele me chamou para conversar e viu que eu não queria brigar. (...) Ele me xingou de novo e me agrediu”, assegurou. Os agressores bateram na vítima no rosto e nas costas.
A vítima também contou que esta foi a primeira vez que as agressões se tornaram físicas. “De chegar a agressão física foi a primeira vez, mas verbal é frequente”, afirmou.
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