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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Propaganda com Neymar de cueca gera polemica entre homossexuais

O atacante do Santos e da Seleção Brasileira, Neymar, está no meio de uma polêmica nas redes sociais por conta de um comercial de cuecas. Uma campanha da Lupo, uma das patrocinadoras do jogador, está sendo acusada de homofobia
O comercial mostra o atacante de cueca se exibindo para algumas clientes. Porém, quando um homem pede para ver a 'cueca sexy do Neymar', o atacante sai correndo da loja. Na propaganda, não há nenhuma menção sobre a sexualidade do personagem masculino.
Nas redes sociais, clientes acusam a marca de ter dado um 'tiro no pé' ao fazer piada com o público gay, que constitui parte do público-alvo da empresa.
Em comentários no vídeo do comercial no YouTube, vários internautas afirmam que vão deixar de consumir produtos da Lupo.
A reportagem do UOL procurou a Lupo, que ficou de responder, mas não havia se manifestado até a publicação desta reportagem.
Durante o lançamento da campanha, a G2 Brasil, empresa responsável pelo comercial, afirmou que "o mote da produção é criatividade e qualidade, duas características em comum entre o Neymar e a Lupo".

                                        

sábado, 15 de setembro de 2012

Alex ganha estátua do Fenerbahçe e se emociona: 'O que eu fiz para isso?


Rodeado por família e centenas de torcedores, camisa 10 faz discurso chorando e lembra sonho de infância realizado: trabalhar com ídolo Zico

Alex, Fenerbahce, Estátua (Foto: Reprodução / Twitter)Centenas de torcedores fazem festa para a
estátua de Alex  (Foto: Reprodução / Twitter)
O meia Alex ficará para sempre no Fenerbahçe. Até mesmo depois que pendurar as chuteiras. Neste sábado, o clube inaugurou a estátua em homenagem ao camisa 10. Bastante emocionado, o brasileiro chorou muito durante o evento que contou com a presença de centenas de torcedores do time de Istambul.
Cercado pela família, Alex lembrou os momentos que viveu nos oito anos que está no Fenerbahçe, agradeceu o carinho da diretoria, exaltou as conquistas e lembrou dos brasileiros que foram seus companheiros e dos treinadores com quem trabalhou.
- Muito obrigado. Quero agradecer a todos. Quando soube da ideia da estátua, perguntei: "O que eu fiz para isso?" Ela é para vocês, todos vocês - disse Alex.
No discurso, o meia declarou seu amor à esposa Daiane e aos filhos. O craque também não esqueceu de um ídolo: Zico. Alex, que foi treinado pelo Galinho entre 2006 e 2008, afirmou que realizou um sonho ao trabalhar com o ex-camisa 10 do Flamengo e da Seleção:
- O Fenerbahçe me ofereceu a oportunidade de trabalhar com Zico. Esse era o meu sonho.
Em oito anos no clube, Alex conquistou três vezes o Campeonato Turco, duas Supercopas do país e uma Copa da Turquia. O camisa 10 é o segundo maior artilheiro do clube na liga nacional, com 136 gols em 242 partidas. No total, o brasileiro tem 184 gols em 374 jogos.
A estátua de Alex foi produzida em dois anos. Um escultor tirou todas as medidas do craque e a obra, que está localizada na frente do estádio do Fenerbahçe, tem o tamanho real do jogador. A imagem reproduz a comemoração clássica dos gols do camisa 10.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Maior receita do mundo, Real Madrid arrecada R$ 1,3 bilhão em 2011/2012

O valor equivale à soma das receitas dos sete clubes mais ricos do Brasil

Real Madrid (Foto: Agência EFE)
O Real Madrid anunciou nesta quinta-feira (13/09) quanto arrecadou na última temporada: 514 milhões de euros (R$ 1,338 bilhão), a maior entre todas as associações esportivas do mundo. Para se ter uma noção mais exata, esse valor equivale à soma das receitas dos sete clubes que mais arrecadam no Brasil: Corinthians, São Paulo, Internacional, Santos, Flamengo, Palmeiras e Grêmio.
Essa é a primeira vez que o clube espanhol ultrapassa a barreira dos 500 milhões de euros, mas não significa necessariamente que o cenário melhorou. O lucro líquido no exercício entre agosto de 2011 e junho de 2012 foi de 24,2 milhões de euros, um decréscimo de 23,3% em relação à temporada anterior.
A variação se deve a aumento de custos motivados, como prêmios de títulos, mudanças na normativa fiscal, cobertura de contingências e riscos pela evolução do cenário econômico, assim como aumento de despesas de amortização por investimentos realizados. Vale lembrar que a Espanha enfrenta grave crise econômica há alguns anos.
Com esses números, o patrimônio líquido do Real Madrid cresceu 9,6% e alcançou 275,2 milhões de euro. O endividamento líquido, por sua vez, caiu 26,5% e chegou a 124,7 milhões de euros.
Para o orçamento de 2012/2013, a expectativa do Real Madrid é aumentar a receita para 516,6 milhões de euros, com obtenção de lucro líquido de 24,4 milhões de euros.
Os clubes brasileirosO balanço das receitas dos clubes brasileiros mostrou que os 20 clubes mais ricos do Brasil, somados, chegaram a R$ 2,14 bilhões na temporada de 2011. O resultado é fato inédito para o futebol brasileiro, que até então não tinha rompido a barreira do segundo bilhão, mas demonstra que o país ainda está muito distante de times europeus.
Ao considerar as receitas individuais, o Corinthians aparece em primeiro, com R$ 290 milhões, seguido por São Paulo (R$ 226 milhões), Internacional (R$ 198 milhões), Santos (R$ 189 milhões), Flamengo (R$185 milhões), Palmeiras (R$ 148 milhões) e Grêmio (R$ 143 milhões). A soma de todos eles é ligeiramente superior ao que arrecadou o Real Madrid também em um ano.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Campinense e Sousa decidem o título paraibano neste domingo

A Raposa joga diante da sua torcida e pode até empatar que leva o título. Já o Sousa precisa vencer por qualquer resultado para se sagrar campeão

Por Evandro Reis Campina Grande
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Sousa x Campinense (1ª partida da final do Paraibano 2012) (Foto: Jeffersson Emmanuel)As duas equipes fizeram um jogo disputado em
Sousa (Foto: Jeffersson Emmanuel)
Campinense e Sousa se reencontram neste domingo para o jogo mais importante do Campeonato Paraibano 2012. A partir das 16h, no Estádio Amigão, em Campina Grande, os dois clubes decidem quem fica com o título da competição e, consequentemente, com a primeira vaga do estado na Copa do Brasil da próxima temporada.

A Raposa, que empatou o jogo da ida por 1 a 1, na casa do adversário, entra em campo com a vantagem de um novo empate para quebrar um jejum de quatro anos e colecionar seu 19º título da história. Já o Sousa precisa vencer por qualquer placar para comemorar o seu terceiro título paraibano.

Pelo que demonstraram no campeonato, é imprevisível apontar um favorito na final deste domingo. Ambos conquistaram uma fase cada e demonstram certo equilíbrio nos cinco confrontos já disputados na temporada. Foram duas vitórias para cada lado e um empate.

Há oito dias, no mesmo palco da decisão de logo mais, o rubro-negro teve uma ótima chance de conquistar o título antecipado, pois podia perder até por um gol de diferença, mas o Sousa acabou conquistando a segunda fase com a vitória por 2 a 0, resultado que forçou a realização de mais duas partidas.

No Campinense, o técnico Freitas Nascimento espera mandar a campo a sua força máxima. O time não tem problemas de cartões, nem de contusões.
Freitas Nascimento, técnico do Campinense (Foto: Larissa Keren)Freitas Nascimento quer repetir feito alcançado em 2008, quando foi campeão paraibano pelo próprio Campinense (Foto: Larissa Keren)
Para o comandante rubro-negro, que busca seu terceiro título paraibano – foi campeão pelo Treze em 2000 e no próprio Campinense, em 2008 -, o time precisa entrar em campo focado na decisão, ao contrário do que aconteceu no último domingo, quando perdeu a segunda fase para o Sousa dentro de casa.

- É o jogo de nossas vidas. Temos que entrar em campo com o coração no bico da chuteira, pois precisamos dar uma satisfação ao nosso torcedor depois daquele jogo. Estou muito confiante nesse grupo e quero voltar a comemorar mais um título aqui no futebol paraibano, especialmente no Campinense, clube que me acolheu bem - disse Freitas.

Suélio Lacerda, técnico do Sousa (Foto: Leonardo Silva / Jornal da Paraíba)Suélio tenta primeiro título paraibano da carreira
(Foto: Leonardo Silva / Jornal da Paraíba)
Pelo lado do Sousa, Suélio Lacerda espera conquistar seu primeiro título da carreira como treinador. Para isso, o ele terá reforços para encarar a Raposa. Os laterais Eduardo Recife e Camilo, além do volante Jéferson, cumpriram suspensão no jogo passado e agora estão confirmados entre os titulares.

- O campeonato está aberto. O Campinense conseguiu manter vantagem, mas o Sousa já mostrou que tem condições de buscar esse título em Campina Grande - comentou o técnico sousense.
RETROSPECTO

O Campinense chega ao jogo decisivo com bela campanha. Dos 22 jogos disputados entre fase classificatória (primeira), semifinal e final desta segunda fase, o time venceu 12, empatou 5 e perdeu 5. Seu ataque marcou 50 gols e a defesa sofreu 30. Os artilheiros são atacantes Warley, com 21 gols, e Potita, com 10.

Já o Sousa computa até o momento nas 22 partidas disputadas, 11 vitórias, 9 empates e 3 derrotas. O seu ataque anotou 43 tentos e a defesa tomou 27. O principal artilheiro é o atacante Vitinho, com 11 gols.
campinense x sousa
Pantera, Mádson, Ben-Hur, Breno e Renatinho Carioca; Diego Padilha, Charles Vágner, Anderson Paulista e Adriano Felício; Potita e Warley Anderson, Eduardo Recife, Alisson, Aderaldo e Camilo; Jeferson, Esquerdinha, Misso e Willians; Vitinho e Eduardo Rato
T. Freitas Nascimento T. Suélio Lacerda
Competição: Campeonato Paraibano 2012 - final. Local: Estádio Amigão, em Campina Grande. Arbitragem: Antônio Carlos Rocha, auxiliado por Kildenn Tadeu e Broney Machado

Geraldo Cirino culpa o árbitro por empate: 'Nunca vi tão irresponsável'

Técnico da Desportiva Guarabira reclamou da marcação de impedimento e do gol anulado, que poderia ter dado a vaga na elite paraibana para o time

Por Larissa Keren Guarabira, PB
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Geraldo Cirino, técnico da Desportiva Guarabira (Foto: Larissa Keren)Geraldo Cirino reclama também de três lances que,
para ele, foram pênaltis (Foto: Larissa Keren)
O técnico da Desportiva Guarabira, Geraldo Cirino, culpou o árbitro José Renato pelo empate sem gols com o Atlético-PB e, consequentemente, a perda da vaga para a primeira divisão do Campeonato Paraibano. De acordo com o treinador, caso o juiz não tivesse anulado o gol de Rafael Paraíba, no primeiro tempo, e marcado os três pênaltis sofridos pelos jogadores do Espantalho, o placar do jogo seria diferente.
- Ele tem 90% de culpa do resultado deste jogo, que nos prejudicou. Ele anulou um gol que foi válido. Sem falar nos três lances de pênaltis que ele mandou seguir. Nunca vi um árbitro tão irresponsável – disse o treinador bastante irritado .
Geraldo Cirino culpou também o nervosismo dos seus jogadores pelo mau resultado. Para o técnico, com a pressão para conquistar a vaga, os atletas não conseguiam finalizar as jogadas.
- Quando José Renato nos deixou jogar, não tivemos a cabeça fria para fazer os gols. Os jogadores, que são na maioria jovens, não tiveram a calma que momentos decisivos pedem. Então, o jogo acaba como este – disse Cirino.
Com o empate por 0 a 0 entre a Desportiva e Atlético, quem ficou com a vaga para a primeira divisão foi o Cruzeiro de Itaporanga, que venceu o Miramar por 3 a 0.

Gols para espantar a crise: Seleção atropela China e faz 8 a 0 no Recife

Era tudo que Mano Menezes precisava para dar um tempo na crise. Rival fraco – 78º colocado no ranking da Fifa -, torcida calorosa, jogadores unidos e gols - muitos gols. Sem nenhuma dificuldade, a Seleção fez 8 a 0 na China nesta segunda-feira, no Recife, e deu um pouco mais de tranquilidade ao técnico após as vaias recebidas na semana passada em São Paulo. Ramires, Neymar (três vezes), Lucas, Hulk, Liu Jianye (contra) e Oscar marcaram.
Inspirados pela geração do tetra, que nas eliminatórias da Copa do Mundo de 1994 entrou em campo no Arruda de mãos dadas, Neymar, Oscar & cia. cantaram o Hino Nacional abraçados. A cena lembrou o gesto de união do time treinado por Carlos Alberto Parreira na goleada de 6 a 0 sobre a Bolívia em 26 de agosto. Quatro dias antes, a equipe havia sido muito criticada no 2 a 0 contra o Equador no Morumbi, situação semelhante à vivida agora: na última sexta, o Brasil deixou o estádio paulista sob vaias apesar do 1 a 0 em cima da África do Sul.
- Foi um gesto espontâneo dos jogadores – disse Mano antes de a bola rolar, afirmando ainda que esperava uma melhora no desempenho dos atletas em relação ao amistoso anterior.
Neymar, Comemoração, Brasil x China (Foto: Agência AP)Neymar mostra o sorriso para a torcida: lembrança de vaias no Morumbi semana passada (Foto: Agência AP)
Os 10 atletas de linha comemoraram juntos quase todos os gols, como uma demonstração de união. No clima de euforia, a torcida do Arruda deixou as vaias do Morumbi de lado, fez festa para a Seleção, cantou, aplaudiu e até brincou: em vez dos furiosos gritos por Luis Fabiano contra a África do Sul em São Paulo, pedidos bem-humorados por Dênis Marques, ídolo do Santa Cruz, foram entoados em alguns momentos no estádio do Tricolor pernambucano.
Sob o comando de Mano, o maior número de gols marcados pela Seleçã em uma partida era quatro (4 a 2 contra o Equador em julho de 2011 e 4 a 1 sobre os Estados Unidos em maio deste ano). A equipe volta a campo no dia 19 deste mês contra a Argentina, em Goiânia, pelo Superclássico das Américas. Apenas jogadores que atuam no Brasil serão convocados pelo técnico. A partida de volta será em 3 de outubro, em Resistencia. O outro amistoso marcado para este ano é contra o Japão, na Polônia, 13 dias depois.
China não dá trabalho, e Seleção abre 2 a 0 no primeiro tempo
De fato, a evolução pedida por Mano aconteceu. Mas ajudada, e muito, pelo nível da seleção chinesa, treinada pelo espanhol José Camacho. No primeiro tempo, a equipe oriental deu apenas um chute a gol, para fora, sem nenhum susto para o goleiro Diego Alves. Já eliminada nas eliminatórias asiáticas para 2014, a China é o rival do Brasil com a pior colocação no ranking da Fifa na era Mano Menezes.
O treinador fez apenas uma mudança no time que venceu os sul-africanos: autor do gol no Morumbi, Hulk substituiu Leandro Damião como titular. O novo atacante do Zenit foi o destaque da Seleção, ao lado de Oscar e Neymar. Logo aos cinco minutos, o paraibano avançou pela direita e tocou para Oscar, que cruzou para Neymar sozinho na pequena área, mas o santista cabeceou na trave.
Aos 12, Oscar arriscou de fora da área, por cima. Cinco minutos depois, Hulk teve duas oportunidades. Na primeira, o goleiro Zeng Cheng defendeu. Em seguida, o ex-atacante do Porto mandou para fora.
Com controle total da partida – a posse de bola chegou a 80% -, o Brasil achou o gol aos 22. Em uma jogada à la Chelsea: Ramires deu sua tradicional arrancada pela esquerda, tabelou com Oscar e tocou por cima do goleiro chinês, em lance que lembrou o gol do ex-cruzeirense contra o Barcelona na semifinal da última Liga dos Campeões.
Três minutos depois, 2 a 0 no placar. Hulk, mais uma vez, arrancou pela direita no contra-ataque, tocou para Oscar e o ex-meia do Internacional rolou para Neymar, livre na pequena área, dessa vez acertar o chute, sem defesa.
Ramires, Brasil x China (Foto: Agência AP)Ramires comemora o primeiro gol da Seleção no Arruda (Foto: Agência AP)
O primeiro chute da China foi dado aos 28, quando Hao Junmin cobrou falta, a bola bateu na barreira e saiu por cima. Aos 33, a Seleção quase fez o terceiro. Neymar, pela esquerda, retribuiu o presente de Oscar e tocou na área, mas o meia acertou o travessão, com o gol aberto.
Estava tão fácil, que Neymar quis brincar. Aos 40, entrou driblando na área, deixou o goleiro no chão e tentou encobri-lo, mas errou. Na sequência, chutou de novo, mas um zagueiro salvou. No intervalo, o camisa 11 lembrou as vaias em São Paulo:
- Ninguém tira meu sorriso, independentemente das vaias meu sorriso vai estar no rosto
Goleada e grande defesa de Diego Alves na etapa final
Não demorou muito para a vitória fácil virar goleada no segundo tempo. No terceiro minuto, Hulk arrancou pela direita, puxou para o meio e tocou na esquerda para Lucas, que bateu sem defesa no canto direito.
Mais três minutos e outro gol. Neymar arriscou de longe e acertou o travessão. No rebote, Hulk fez o dele, de canhota, claro. Na comemoração, declaração de amor à terra natal na camisa por baixo do uniforme: “100% Nordeste. Te amo, Paraíba”.
Neymar, aos oito, aproveitou cruzamento de Marcelo na pequena área e fez o segundo dele, quinto do Brasil. Seis minutos depois, o craque do Santos balançou a rede de novo, após novo toque de Oscar na área. Olhando para as câmeras, Neymar comemorou apontando para o sorriso.
Diego Alves finalmente apareceu aos 23 minutos. Após cobrança de escanteio, o goleiro do Valencia fez linda defesa no canto direito, ganhando aplausos da torcida. Aos 24, o gol contra chinês: Liu Jianye tentou cortar tabela entre Lucas e Hulk e acabou dando carrinho contra a própria baliza.
Neymar, que havia saído vaiado contra a África do Sul, deixou o campo aplaudido logo depois para a entrada de Jonas. Durante a etapa final, Mano deu chance também a Adriano, Sandro, Réver, Leandro Damião e Arouca.
Aos 29, o oitavo gol da Seleção. Marcelo foi derrubado na área. A torcida pediu para Hulk cobrar o pênalti, mas Oscar pegou a bola e converteu: 8 a 0. O camisa 10 deixou o campo pouco depois, substituído por Damião. Já aos 44, a China quase diminuiu, com um chute de Ting rente à trave direita de Diego Alves.
A última vez que a Seleção havia marcado oito vezes foi em 20 de maio de 2006: 8 a 0 sobre o Combinado de Lucerna, na Suíça, em preparação para a Copa do Mundo da Alemanha.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Presente de Barcos: Messi posa para foto com camisa do Palmeiras

Craque do Barcelona ganha uniforme alviverde das mãos do Pirata, que está na seleção argentina. Técnico Alejandro Sabella também é presenteado

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
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O atacante Hernán Barcos foi convocado pela primeira vez para a seleção argentina e está com a delegação que disputa os jogos contra Paraguai e Peru, pelas Eliminatórias da Copa de 2014. Se não pôde jogar na vitória sobre os paraguaios, em Córdoba, ao menos o atacante pôde divulgar o nome do Palmeiras, seu atual clube. Ele presenteou nada menos que o craque Messi e o técnico Alejandro Sabella com camisas do Verdão. A dupla posou para fotos com o manto alviverde.
Messi camisa Palmeiras (Foto: Divulgação)Messi e o técnico Sabella mostram camisas que ganharam de Barcos (Foto: Divulgação)
A ideia partiu do departamento de marketing do clube, em conjunto com o vice-presidente Roberto Frizzo. O Palmeiras providenciou duas camisas oficiais e enviou para os argentinos por meio de Barcos, que não se intimidou com o novo ambiente e conversou bastante sobre o Palmeiras com seus companheiros.
Barcos ainda tem mais um compromisso pela Argentina – nesta terça-feira, a equipe enfrenta o Peru. Por isso, ele não deve chegar a tempo de enfrentar o Vasco, quarta-feira, pelo Campeonato Brasileiro. O Pirata só deve ficar à disposição para o clássico do próximo domingo contra o Corinthians, no Pacaembu. Com 20 pontos na tabela, o Palmeiras está na 18ª posição e é um dos times da zona de rebaixamento.

Gol de bicicleta do ‘Cássio dinamarquês’

É muito comum ver goleiros irem para a área adversária para tentar tentar um golzinho de cabeça no fim de um jogo, mas é raro um que consiga concretizar a missão. O dinamarquês Jakob Kohler não só entrou para o hall de arqueiros bem sucedidos no ataque, como também deu inveja a muito centroavante por aí.
Isso porque o goleiro – muito parecido com Cássio, do Corinthians – fez simplesmente um gol de bicicleta! Depois da cobrança de um escanteio, a bola sobrou na entrada da área e o arqueiro, insistente, foi para o segundo poste esperando novo cruzamento. Quando a bola subiu, ele preparou a bicicleta, estufou as redes e saiu para comemorar com saltos mortais.
O golaço do “Cássio dinamarquês” foi responsável pelo empate do Frem por 1 a 1 com o Skjold Birkerod, pela segunda divisão dinamarquesa.

domingo, 9 de setembro de 2012

José Mourinho pode escalar Kaká como titular no jogo contra o Sevilla


09/09/2012 09h03 - Atualizado em 09/09/2012 09h03 Técnico daria descanso a jogadores da mesma posição do brasileiro como Modric e Özil
Por kakagamesfutbol360.COM Madri
Kaká treino Real Madrid (Foto: Reprodução / Site Oficial)Kaká no treino do Real Madrid (Site Oficial)
De acordo com a imprensa de Madri, o técnico José Mourinho pode, finalmente, dar uma chance a Kaká no time titular do Real na atual temporada. A oportunidade seria no jogo contra o Sevilla, fora de casa, no próximo final de semana, pela quarta rodada do Campeonato Espanhol.
O treinador português pode dar um descanso a Özil e a Modric, que ainda defendem suas seleções (Alemanha e Croácia, respectivamente) neste meio de semana pelas eliminatórias europeias para Copa do Mundo. Com isso, o brasileiro ganharia uma oportunidade na equipe principal.
Nas últimas duas semanas, Kaká treinou todos os dias de manhã e à tarde.
- Estou trabalhando duro para conseguir a oportunidade e sei que o treinador vai me dar algum dia – afirmou.

Hamilton vence em Monza; Massa dá passagem a Alonso e não vai ao pódio


09/09/2012 10h35 - Atualizado em 09/09/2012 12h11 Brasileiro da Ferrari fecha GP da Itália em quarto, logo atrás do espanhol. Pérez surpreende e leva Sauber ao segundo lugar. Bruno termina em 10º
Por GLOBOESPORTE.COM Monza, Itália
380 comentários
Largando em terceiro no GP da Itália, Felipe Massa sonhava, enfim, quebrar o jejum de vitórias. Ele sabia que uma conquista diante da apaixonada torcida da Ferrari – que cobria as arquibancadas de Monza de vermelho – seria importante na busca de uma renovação de contrato para o próximo ano. Mas a vitória não veio e ele ficou a uma posição de voltar ao pódio. Na ponta, Lewis Hamilton se mostrou imbatível com a McLaren e venceu de ponta a ponta. Em seguida, apareceu um surpreendente Sergio Pérez, que levou a  Sauber da 12ª para a segunda colocação. Quem fechou o pódio foi justamente Fernando Alonso, companheiro do brasileiro no time italiano. Massa cruzou em quarto, igualando seu melhor resultado no campeonato, obtido no GP da Inglaterra. Na 39ª das 53 voltas, quando era segundo, Massa não ofereceu resistência e abriu caminho para Alonso, que vinha mais rápido. Bruno Senna completou a prova em décimo e somou mais um ponto no campeonato.
Com a vitória, sua terceira na temporada, Hamilton assume a vice-liderança do Mundial, com 142 pontos, 37 atrás de Alonso. Com os abandonos de Sebastian Vettel e Mark Webber, o espanhol aumentou a vantagem na ponta, que era de 24 pontos. Outro que se beneficiou com as quebras da RBR foi Kimi Raikkonen. O finlandês da Lotus chegou em quinto na prova deste domingo e subiu para a terceira posição na classificação.
Alonso e Massa GP da Itália  (Foto: AP)Felipe Massa não pôde resistir à pressão de Fernando Alonso em Monza, e ficou fora do pódio (Foto: AP)
Os pilotos voltam à pista para o GP de Cingapura, no dia 23 de setembro, 14ª etapa da temporada 2012. A TV Globo transmite, ao vivo, o treino classificatório e a corrida no circuito de rua de Marina Bay. Os treinos livres terão transmissão do SporTV.
Largada tranquila em Monza
A suspensão de Romain Grosjean, da Lotus, por provocar o acidente na caótica largada do GP da Bélgica surtiu efeito. Parece que os pilotos aprenderam a lição e não houve sequer um toque na forte freada da primeira chicane, na estreita pista de Monza. Em terceiro no grid, Massa largou bem, ultrapassou Button e chegou a tentar um bote no líder Hamilton. Curvas dpeois, Button tentou dar o troco, mas o brasileiro fechou a porta. Partindo de décimo, seu companheiro de Ferrari, Alonso, também começou bem. Ganhou duas posições na largada e mais uma durante a primeira volta.
Nas volta iniciais, o espanhol ganhou mais uma posição, subindo para sexto. Em seguida, protagonizou com Schumacher um duelo de nove títulos mundiais e levou a melhor na sétima volta, ao utilizar a asa móvel na reta principal.
Bruno partiu de 13º, ganhou uma posição na largada e na oitava volta já brigava com Paul di Resta, da Force India, para entrar na zona de pontuação. No entanto, foi espremido pelo escocês na curva Roggia. Forçado a passar reto, perdeu a posição para a RBR de Mark Webber.
O primeiro a deixar a corrida foi Jean-Eric Vergne, na nona passagem. A STR do francês apresentou problemas mecânicos, e o piloto perdeu o controle do carro na primeira chicane, quase decolando nos “quebra-molas” colocados na área de escape. Enquanto isso, Hamilton abria, aos poucos, vantagem na ponta. O britânico da McLaren colocou 3s sobre Massa em dez voltas. Cinco passagens depois, a vantagem do britânico era de 5s. Button aparecia em terceiro, seguido por Vettel e Alonso.
Massa, então, passou a reclamar do desgaste dos pneus traseiros de sua Ferrari. O brasileiro começou a perder terreno para Button e, na volta 18, foi ultrapassado na Curva Grande. Logo em seguida, foi para os boxes fazer sua primeira parada.
 A essa altura, a disputa de destaque era entre Vettel e Alonso. Eles entraram nos boxes juntos. Na saída, percorreram o pitlane quase lado a lado, mas o alemão conseguiu se manter à frente do espanhol. A dupla voltou colada em Massa, quarto colocado, que havia perdido segundos preciosos ao retornar dos boxes atrás da STR de Daniel Ricciardo. A liderança era de Sergio Pérez, da Sauber, único dos ponteiros que ainda não havia feito o pit stop.
Vettel dá "chega para lá" em Alonso

Os dois bicampeões continuaram duelando intensamente pela quinta colocação. Sedento, Alonso tentou dar o bote, mas teve a porta fechada pelo alemão e saiu com as quatro rodas na grama na Curva Grande (veja no vídeo). Após controlar o carro e voltar à pista, perdeu contato com Vettel. Mas o piloto da Ferrari conseguiu se recuperar rapidamente, para ultrapassar o alemão na 30ª volta e assumir a quarta posição, já que, pouco antes, Pérez havia, enfim, parado nos boxes. O “chega para lá” de Vettel, porém, deixou Alonso irado. O espanhol reclamou muito no rádio e pediu uma punição. Voltas depois veio a sentença da direção de prova: o alemão foi penalizado com um drive-through.
Alonso ultrapassa Massa
Na 34ª volta, mais mudança nas primeiras posições. O segundo colocado, Button, abandonou com problemas no motor da McLaren. Com isso, Massa subiu para segundo, seguido por Alonso. A expectativa era saber se haveria ordens da Ferrari para a troca de posição de seus pilotos. Apesar de o jogo de equipe estar liberado, a escuderia italiana só avisou ao brasileiro: “Fernando está três segundos atrás” e “Fernando está a 0s9 e pode usar a asa móvel”. Na 39ª volta, o espanhol, mais rápido, ultrapassou Massa, que não ofereceu resistência, para assumir a segunda colocação.
E o sonho de Massa de retornar ao pódio acabou na volta 43, quando perdeu o terceiro lugar para o surpreendente Pérez na “Parabólica”. O mexicano apostou em uma parada tardia nos boxes e surgiu com pneus menos desgastados que os rivais. Na sequência, o piloto da Sauber foi à caça de Alonso. Bem mais veloz, superou o espanhol na Ascari” para assumir o segundo lugar. Virando mais de 1s abaixo do líder Hamilton, Pérez tinha seis voltas para alcançar o piloto da McLaren. Enquanto isso, Vettel deixava a corrida, com problemas do motor da RBR, quando se encontrava em sexto.
Pelo rádio, a McLaren avisou a Hamilton, que Pérez imprimia bom ritmo. Apesar de mais lento, o inglês manteve a regularidade e conseguiu cruzar em primeiro, 4s3 à frente do mexicano. Nas três últimas voltas, ainda houve tempo para mais dois abandonos. Hulkenberg recolheu a Force India aos boxes e Webber rodou na Ascari e parou logo depois.
Hamilton no pódio GP da Itália (Foto: Reuters)Hamilton comemora vitória no pódio GP da Itália. Foi o terceiro triunfo do inglês no ano (Foto: Reuters)
Confira o resultado final do GP da Itália (53 voltas):
1 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1h19m41s221
2 - Sergio Perez (MEX/Sauber-Ferrari) - a 4s356
3 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 20s594
4 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 29s667
5 - Kimi Raikkonen (FIN/Lotus-Renault) - a 30s881
6 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 31s259
7 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 33s550
8 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - a 41s057
9 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - a 43s898
10 - Bruno Senna (BRA/Williams-Renault) - a 48s144
11 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Renault) - a 48s682
12 - Daniel Ricciardo (AUS/STR-Ferrari) - a 50s316
13- Jerome d'Ambrosio (BEL/Lotus-Renault) - a 1m15s861
14 - Heikki Kovalainen (FIN/Caterham-Renault) - a 1 volta
15 - Vitaly Petrov (RUS/Caterham-Renault) - a 1 volta
16 - Charles Pic (FRA/Marussia-Cosworth) - a 1 volta
17 - Timo Glock (ALE/Marussia-Cosworth) - a 1 volta
18 - Pedro de la Rosa (ESP/HRT-Cosworth) - a 1 volta
19 - Narain Karthikeyan (IND/HRT-Cosworth) - a 1 volta
Não completaram:
Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - na volta 51
Nico Hulkenberg (ALE/Force India-Mercedes) - na volta 50
Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - na volta 47
Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - na volta 32
Jean-Eric Vergne (FRA/STR-Ferrari) - na volta 8

sábado, 8 de setembro de 2012

Felipe Massa supera Alonso e larga em terceiro no GP da Itália

Pole ficou com Hamilton, que lidera uma dobradinha da McLaren e dividirá a primeira fila do grid de largada com o companheiro de equipe Jenson Button. Já Bruno Senna fica na 13.ª posição

Massa conseguiu a sua melhor posição de largada nesta temporada

Mano, a 1a. conquista é a do apoio

   MANO PEDE PRA SAI ISTO E UMA VERGONHA










Mano e as vaias no Morumbi: tudo direito (Marcos Ribolli/GE.com)

A vaia é um direito que se compra com o ingresso – este é um dos princípios advogados por este blog e pouco me interessa se os apupos do Morumbi foram ou não motivados por clubismo. Todo torcedor tem o direito de não compactuar com a Seleção Brasileira de Mano Menezes, dado que o futebol e os resultados têm sido pífios.
Mas, vendo as declarações de técnico e jogadores, temo pelo pior. Porque falta, no mínimo, a noção de que é preciso conquistar a torcida. A ideia de que o torcedor tem que apoiar incondicionalmente é algo que não funciona na nossa cultura e a cada dia me soa a uma importação equivocada de comportamento de outros países.
O torcedor do Brasil nunca pegou a Seleção no colo sem que o time lhe desse fortes motivos. O time de Carlos Alberto Parreira, que terminou campeão em 1994, pagou caro o preço de ter sido a primeira equipe brasileira a perder um jogo de eliminatórias, para a Bolívia (2 a 0, em La Paz, com direito a frangaço de Taffarel). Precisou de bons resultados, precisou inventar um código de conduta – e as mãos dadas na chegada ao gramado, simbolizando união, cumpriram esse papel – e provou que merecia ser apoiada, com uma vitória no mesmo Morumbi que ontem vaiava: um 2 a 0 sobre o Equador.
A campanha de 2002 foi ainda mais tumultuada. Luxemburgo deu lugar a Candinho, que deu lugar a Leão, que deu lugar a Felipão, que perdeu até para Honduras, mas que nunca fugiu do papel de comandante. Bancou seu time até o fim, negou-se a reatar com Romário e ganhou a Copa do Mundo.
O que quero dizer com isso tudo é que a Seleção sempre precisou se impor primeiro – seja por palavras, seja por atos – para enfim merecer o apoio da torcida. Quando Mano diz que precisa do envolvimento do torcedor para construir uma Seleção, eu respondo que não, não precisa. A Seleção é que precisa construir a si própria.
Mano é um selecionador que transborda dúvidas. A impressão é que quer agradar a todos e que, por isso, lhe faltam as mais simples convicções. Toda vez que se revela um treinador hesitante, abre o flanco perfeito para aqueles que, como eu, nunca entenderam como ele chegou a ser a opção após a impossibilidade da assunção de Muricy Ramalho ao comando verde-e-amarelo.
Um exemplo? Todo técnico tem seus jogadores-teses, idiossincrasias nas quais confia, mesmo que o mundo lhe seja contra. Por incrível que pareça, Parreira teve que bancar Taffarel e Dunga contra tudo e contra todos e tinha especial admiração pelo opaco Paulo Sérgio, seu décimo-segundo jogador. Felipão tinha Gilberto Silva e Kleberson como certezas inabaláveis e nunca titubeou em público.
Por sua vez, Mano até hoje não achou sequer um goleiro – talvez o maior cargo de confiança de uma Seleção. Por que Diego Alves foi titular? Por que não efetivar logo Jefferson, o guardião que mais vezes foi chamado pelo próprio Mano (12 no total)? Por que convocar tanto um eterno reserva? Será Cássio o titular contra a fraquíssima China?
Enquanto houver essas dúvidas primárias, a Seleção continuará órfã. Por mais que se manifeste, o torcedor sabe que não comanda a equipe. Vaia e xinga porque vê zona onde quer ver comando, carisma e vitória. Mano Menezes não mostrou nada disso nos seus dois anos e um mês de CBF. A medalha de prata ante o México ficou marcada pela total inoperância na final, o que maculou um resultado que poderia ter sido honroso.
A primeira conquista será a da confiança. Enquanto Neymar e Daniel Alves ficarem muito surpresos com vaias, não terão reparado que o torcedor não confia no time que vê em campo. Isso preocupa.

Neymar e Daniel Alves criticam torcida por clubes: 'É a Seleção'


Craque do Santos acredita que maior parte das vaias no Morumbi foi de torcedores de rivais do Santos. Lateral-direito concorda com o atacante

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
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Ao lado de Hulk, que marcou o gol da vitória brasileira, as vaias da torcida paulista no Morumbi foram as grandes protagonistas do triunfo por 1 a 0 da Seleção sobre a África do Sul. Nem mesmo Neymar, a principal estrela do grupo, foi poupado.
Após a partida, o atacante do Santos reconheceu que o time de Mano Menezes não teve uma boa atuação, apesar da vitória. No entanto, ele acredita que a pressão tenha sido maior por conta da presença de torcedores de equipes rivais e fez um apelo para que todos se unam pelo Brasil.
- Sabemos que não fizemos uma ótima partida, mas vencemos. Esse era o nosso objetivo. As vaias acontecem. Tinha muito palmeirense, são-paulino e corintiano na torcida. Eles têm que apoiar a Seleção – pediu o camisa 11.
Neymar Brasil x África do Sul (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Neymar em ação pela seleção brasileira (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Daniel Alves tem a mesma visão de Neymar e cobrou o apoio do torcedor brasileiro.
- Tem que avisar para essa galera que o jogo é da Seleção. Não adianta cada um torcer pelo seu clube, pelo Lucas do São Paulo, pelo Damião do Inter, pelo Neymar do Santos. O jogo é da Seleção.
A Seleção volta a campo na próxima segunda, no Recife, contra a China. A partida começa às 22h (de Brasília) no Arruda com transmissão ao vivo da TV Globo, SporTV e GLOBOESPORTE.COM.

Ex-Fla recebe cidadania australiana e sonha jogar a Copa no Brasil

No aniversário da independência do país natal, lateral Cássio ganha dupla nacionalidade e vê novo caminho para a carreira: a seleção da Austrália

Por GLOBOESPORTE.COM* Rio de Janeiro
30 comentários
australiano Cássio (Foto: Divulgação / Adelaide United)Cássio posa com a família ao lado da bandeira da
Austrália (Foto: Divulgação / Adelaide United)
Há 190 anos, no dia 7 de setembro, D. Pedro I declarava a independência brasileira e fazia seus súditos sonharem com um caminho diferente e dias melhores, longe do domínio português. Na mesma data, em 2012, um brasileiro a mais de 13 mil quilômetros do país também se tornou livre para sonhar. O lateral-esquerdo Cássio, ex-Flamengo, conquistou a cidadania australiana por defender há cinco anos e meio o Adelaide United e viu brotar um desejo adormecido: a chance de jogar uma Copa do Mundo, através de outra estrada.
Quando criança, Cássio pensava no dia que defenderia a amarelinha da seleção brasileira. Os planos mudaram um pouco, embora a combinação de cores da camisa continue igual. Agora, o lateral já consegue se enxergar vestindo o uniforme verde-e-amarelo australiano, em palcos brasileiros, em 2014. Um projeto que começa a evoluir a partir deste 7 de setembro.
Aos 32 anos, o brasileiro reconhece que a sua idade pode ser o grande empecilho para concretizar suas aspirações, mas vê a possível chance na seleção como grande combustível para sua carreira no momento. Apesar de reservar o desejo de jogar no Brasil – onde já atuou por Flamengo, Internacional, Santa Cruz e Marília – mais uma vez antes de encerrar a carreira, Cássio pretende ficar no Adelaide até 2014, para ficar mais perto do olhar do técnico Holger Osieck e do carinho dos torcedores, que já são seu grande trunfo na campanha para chegar até o time nacional.
australiano Cássio (Foto: Divulgação / Adelaide United)Cerimônia foi realizada no campo do Adelaide (Foto: Divulgação / Adelaide United)
Com a esposa, Juliana, e os dois filhos, Bernardo e Henrique, – um deles nascido no país – adaptados à Austrália, o carioca do bairro de Marechal Hermes apenas titubeia em uma pergunta: qual lugar escolherá para viver após a aposentadoria. Com sua independência declarada em duas línguas, Cássio ainda não sabe onde fincará sua bandeira para o resto da vida.
Confira a entrevista completa:
GLOBOESPORTE.COM - Como se sabe, no dia 7 de setembro é comemorado o aniversário da independência do Brasil. No mesmo dia, você conseguiu a cidadania australiana e acabou dando seu “grito de liberdade”, já que ganhou a chance concreta de vestir a camisa de uma seleção, o que dificilmente aconteceria no Brasil. Qual é o sentimento?
Cássio - Foi muito legal, um dia muito emocionante para mim e a minha família. A gente foi comemorar, porque foi um dia super importante. E, coincidentemente, é o dia 7. O dia foi muito bonito, a cerimônia também. Fiquei muito contente e emocionado com essa homenagem. E a partir de agora sou um cidadão australiano.
australiano Cássio (Foto: Divulgação / Adelaide United)Cássio, a esposa e os dois filhos recebem o certificado de cidadania(Foto: Divulgação / Adelaide United)
E a chance de jogar na seleção é realmente concreta?
Antes eu sonhava um sonho distante, mas hoje o sonho já é mais próximo da realidade. Tenho mais chances. Como aqui na Austrália há um pouco de carência de laterais, e eu faço um trabalho que é considerado bom, acho que as chances são boas. O técnico está ciente do meu trabalho. Eu respeito muito os jogadores que estão lá jogando, mas sou australiano agora e estou disponível como qualquer outro.
Qual o perfil da seleção australiana? São muitos jogadores do futebol local?
A base é uns 98% de jogadores que jogam lá fora, no Japão, Escócia, Inglaterra, Itália. Mas tem também uns dois ou três que jogam aqui. Mesmo assim, eu considero a possibilidade boa, já que o torcedor mesmo se empolgou muito com a situação. Eles me veem aqui já faz tempo e estão animados. Eles veem um brasileiro podendo jogar na Austrália e ficam um pouco comovidos por isso.
cassio adelaide (Foto: Divulgação/Site Oficial)Lateral atua pelo Adelaide desde 2007
(Foto: Divulgação/Site Oficial do Adelaide)
Coincidentemente, a camisa da seleção australiana também é amarela. Aumenta a identificação, não é?
Já até brincaram comigo, que eu vou vestir a canarinho do outro lado do mundo. Eu acho que terei emoção igual, como se eu estivesse vestindo a da seleção brasileira. Apesar de eu não estar aqui há tanto tempo assim, são cinco anos e meio, parece que tenho uns 15 anos na Austrália. Meu filho nasceu aqui, então eu teria o mesmo prazer de jogar pela seleção australiana. Se eu fosse jogar um dia contra o Brasil, eu iria encarar com naturalidade e fazer o máximo para ganhar. É uma possibilidade, mas estou pronto e disponível.
E pode realizar o sonho de todo jogador, que é participar de uma Copa do Mundo...
Na verdade, é um sonho mesmo. Eu sonho desde que era criança jogar uma Copa do Mundo, mas claro que pela seleção brasileira. Passaram-se anos e, depois dos 30, eu tenho uma possibilidade de jogar, mas pela Austrália. A chance é boa, é grande, tenho que continuar jogando bem. É um sonho que sempre tive e quem sabe pode se concretizar.
Por que acha que os torcedores estão apoiando a causa, querendo te ver na seleção?
Eu acho que um pouco dos dois. Pelo fato de eu ser brasileiro, de eu estar no mesmo clube desde que cheguei aqui. Sempre procurei ser leal ao meu clube. No Brasil, eu mudei de clubes devido a circunstâncias do futebol brasileiro, não recebia salário em alguns casos. Queria ter alcançado um longo tempo em algum time do Brasil, mas essa identificação veio aqui no Adelaide. Outros clubes vêm aqui, mas eu continuo fiel ao meu clube. Já fui duas vezes para a seleção do campeonato, já fui duas vezes o melhor jogador do meu clube no ano. Já ganhei muitos prêmios individuais. Acho que já fiz por merecer. Claro que não é muito cedo, mas meu corpo ainda está bem. É como se tivesse 23 anos.
australiano Cássio (Foto: Divulgação / Adelaide United)Cássio posa ao lado dos companheiros de time (Foto: Divulgação / Adelaide United)
Justamente, você já tem 32 anos. Não acha que a idade pode te atrapalhar para chegar à seleção?
Talvez esse seja o fator que a maioria das pessoas colocam como empecilho, mas eu não vejo assim. Jogo normalmente e treino todo dia. Estou me sentindo bem. O Adelaide está me dando essa chance de jogar, então não tenho porque pensar em parar. Tem jogadores como Juninho, Felipe, Seedorf... mais velhos e jogando em alto nível no Brasil. Agora o Del Piero veio aqui para o Sidney, com 38 anos. Eu acho que ainda tenho muito tempo pra jogar e nem penso em parar. Então esse sonho para mim é bem real.
Sobre sua carreira no Brasil, certamente o clube onde você ficou mais marcado foi o Flamengo. Guarda boas lembranças ou mais mágoas do clube?
Só guardo boas lembranças. Lá eu passei momentos maravilhosos. Os maiores títulos da minha carreira são pelo Flamengo. Tudo na vida é aprendizado. Eu creio que minha passagem por lá foi muito proveitosa, foi muito boa. Poderia ter ficado mais tempo, mas eu era muito jovem, queria jogar de titular, ganhar dinheiro, essas coisas. Quando se é jovem, não se segura um pouco o ímpeto. Mas é aquilo, talvez não estivesse aqui hoje se não tivesse saído do Flamengo.
Cassio no treino do Flamengo (Foto: Arquivo / Extra)Jogador foi revelado pelo Flamengo, onde atuou no
começo da década passada (Foto: Arquivo / Extra)
Mas você teve uma saída um pouco conturbada, acabou deixando o clube depois de virar reserva do Athirson, quando ele voltou do Juventus...
O Flamengo é um clube especial na minha carreira, e tenho muito carinho, assim como o Adelaide. Na época, eu queria jogar. Eu já tinha jogado muitas vezes pelo Flamengo e do nada eu fui para o banco. Na época, o Athirson era jogador de seleção brasileira, então nem tinha como reclamar de ficar no banco. Mas, como sempre fui jogador titular, desde a base, queria jogar. Quando passei por uma lesão no joelho e voltei, comecei a pensar em sair. Hoje eu vejo que a melhor coisa que eu fiz foi sair, pois estou aqui. Se eu tivesse ficado, minha carreira teria outro rumo.
Então, zero mágoa do clube ou de qualquer jogador?
Longe disso. Tenho ótimas lembranças daquele grupo, dele, do Leandro Ávila, do Reinaldo, do Roma... São muitos jogadores que tenho muito carinho e contato até hoje.
Aquela geração viveu momentos que são lembrados pela torcida até hoje. Você estava presente em dois deles, como o gol histórico do Pet de falta, contra o Vasco, em 2001, e o seu pênalti que as pessoas chamam de “espírita”, na final da Taça Guanabara contra o Fluminense, em 2001. Qual foi mais emocionante para você?
O gol de pênalti foi muito especial para mim, já que ficou marcado para o Flamengo e na minha carreira. Estou aqui na Austrália hoje e as pessoas ainda brincam comigo, que viram o pênalti de dez anos atrás. É bem gratificante. Mas vou ser sincero que o mais emocionante foi o gol de Pet, até porque estava do lado dele na hora do gol. Foi um título para o clube pelo qual eu até hoje torço.
australiano Cássio (Foto: Divulgação / Adelaide United)Cássio se emociona junto a esposa, após homenagem (Foto: Divulgação / Adelaide United)
Você já relatou que acompanha o futebol brasileiro. Como analisa as dificuldades do Flamengo com a lateral esquerda nos últimos anos, desde que o Juan deixou o clube?
Eu conheço o Juan e acho que a saída dele não foi nada legal. Desde que ele saiu, o Flamengo não conseguiu encontrar lateral igual a ele. Ele foi duas ou três vezes o melhor lateral do Brasil, já fez gol do título para o Flamengo (Copa do Brasil de 2006). E um cara desse do nada ser dispensado, ainda novo, ainda rendendo, não acho normal. Tinha que ser mais respeitado. Para mim, era para ele estar lá. Mas a gente não sabe o que acontece.
E você poderia ser uma opção?
Com relação a mim, eu ainda tenho a vontade de jogar no Brasil. Não agora, porque estou bem engajado com essa situação da seleção australiana. Agora que eu cheguei perto, quero persistir. Mas como ainda tenho alguns anos de carreira, tenho essa vontade de voltar a jogar no Brasil. E, claro, acho que não tem lugar melhor para voltar a jogar do que o Flamengo. Sei que não é fácil. Estou falando o que passa pelo meu coração. Se eu pudesse escolher, claro que eu jogaria lá. Uma volta para o Brasil daqui a uns dois anos não é algo que eu descarto.
Agora cidadão australiano, você já escolheu se vai continuar por aí depois da aposentadoria?
Essa é uma pergunta muito difícil. Hoje eu tenho dúvidas sobre isso. Vamos deixar acontecer, deixar na mão de Deus. Principalmente pelos meus filhos, já que os amigos deles, a vida deles está aqui. O mais novo nasceu aqui e o mais velho veio para cá com três anos de idade. A gente sempre os coloca em contato com meus pais, com os tios e os padrinhos, para não perder a ligação com o Brasil. Mas a vida aqui é muito boa. Claro que a qualidade de vida do Rio de Janeiro, cidade que eu amo muito, é ótima também, mas a vida aqui é fantástica. É uma dúvida constante que a gente carrega, mas acho que isso é bom para a vida. Graças a Deus, hoje eu tenho essa escolha, e por isso me considero um cara privilegiado.
*Jorge Natan, estagiário sob a supervisão de Marcos Felipe
australiano Cássio (Foto: Divulgação / Adelaide United)Cássio ainda não sabe onde vai morar ao fim da carreira (Foto: Divulgação / Adelaide United)

O Novo Presidente do Tabajara Atlético Clube

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Luciano e Tatá
O contador Tatá foi eleito na manhã desta sexta-feira(07), o novo presidente do time do Tabajara Atlético Club da cidade de Alagoa Grande. Se avaliarmos a competência e credibilidade que tem Tatá, certamente o Tabajara terá bons resultados.
 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Regras do jogo

KAKAGAMES A VISA

No dia primeiro de junho de 2012, entraram em vigor as novas regras do jogo de futebol, modificadas na 126ª assembleia-geral anual do International Football Association Board (IFAB) realizada na cidade de Surrey, na Inglaterra,, no dia 3 de março de 2012.
Utilize o menu de navegação no alto, à esquerda, para consultar as diferentes Regras e suas interepretações. Um arquivo PDF com as Regras do Jogo completas também está disponível para download no canto superior direito desta página.

Liga indiana une forças em busca de sucesso

KAKAGAMES/BRASIL/ Sexta-feira 7 de setembro de 2012

Liga indiana une forças em busca de sucesso
© AFP
Índia: 1,2 bilhão de habitantes, dos quais 47% se dizem apaixonados por futebol, e 765 mil jogadores registrados apenas em 2011, cifra duas vezes maior do que em 2006. Com esses números, é difícil imaginar que o Campeonato Indiano não seja um sucesso. Mas a I-League, cujo formato atual foi introduzido apenas em 2007, ainda está engatinhando. Os patrocinadores são escassos, a audiência de televisão é limitada, e os estádios não costumam encher.
Os indianos, no entanto, adoram futebol. Os clássicos de Calcutá chegam a atrair até 100 mil espectadores, os jogadores da seleção são verdadeiros astros e os salários estão entre os mais atraentes da Ásia. O que falta, afinal, para que a competição decole? O FIFA.com foi a Nova Délhi para conversar com alguns dos principais nomes do futebol indiano e tentar desvendar o mistério.
Em março de 2012, quando o presidente da FIFA, Joseph S. Blatter, esteve em Nova Délhi, ele disse que a Índia era um "continente, mais do que um país", tendo em vista as proporções gigantescas do seu território e da sua população. Se, em essência, essa dimensão paquidérmica é a força da Índia, para a liga nacional de futebol, ela representa uma fraqueza.
"Três grandes cidades, Calcutá, Goa e Mumbai, têm cada uma quatro clubes no campeonato", explicou o dirigente máximo da I-League, Sunando Dhar. "Isso significa 12 dos 14 clubes da primeira divisão, o que não ajuda a dar um sentimento 'nacional' à competição. Atualmente, o norte, o sul e o centro do país não estão representados, e, para piorar, o sistema de acesso faz com que as equipes dessas regiões tenham pouquíssimas chances de progredir e chegar à elite", lamentou.
O secretário geral da Federação Indiana de Futebol (AIFF), Kushal Das, fez eco ao discurso de Dhar. "Estamos em busca de soluções para melhorar a visibilidade e a viabilidade do Campeonato Indiano", afirmou. "No momento, a I-League está muito concentrada em certas regiões. Ela precisa espalhar-se por toda a Índia."
Até 45ºC à sombra
Outro grande problema da competição é a deficiência da infraestrutura. "Os estádios não pertencem aos clubes, que precisam alugá-los junto às autoridades", aponta Dhar. "Isso significa que os times, ainda que tenham a prioridade sobre os estádios, não controlam a sua programação e nem a sua manutenção."
O programa da FIFA "Ganhar na Índia com a Índia" possibilitou a construção de quatro campos de grama artificial em Mumbai, Shillong, Imphal e Bangalore. Outros dois estão a caminho em Goa e Calcutá, mas isso ainda é pouco. Além disso, apenas dois estádios contam com um sistema de iluminação suficiente para receber partidas noturnas. "A questão da infraestrutura é um verdadeiro desafio", confirma o secretário geral da AIFF. "Em dezembro estará pronta a reforma do Estádio Cooperage de Mumbai, para a qual a FIFA contribuiu financeiramente."
A impossibilidade de disputar partidas à noite não é um mero detalhe, como destacou Robin Singh, atacante da seleção e do East Bengal, em entrevista ao FIFA.com. "Na I-League, o horário em que jogamos faz toda a diferença", diz o jogador. "No meio da tarde, a temperatura pode chegar a 45 graus na Índia. Isso não é bom para os atletas e nem para o nível do jogo. Os torcedores presentes nos estádios também sofrem, e o horário não agrada às emissoras de televisão. Mudando apenas isso, acho que o campeonato ganharia em popularidade e qualidade." Subrata Pal, goleiro da seleção e do Prayag United, além de astro do futebol nacional, acrescentou que "nem todos os jogos são transmitidos pela televisão, apenas algumas partidas dos clubes de Goa e Calcutá".
A última deficiência apontada por todos os envolvidos com o futebol indiano foi a ausência de centros de formação. "No passado, não fomos capazes de criar um sistema de formação eficaz", reconhece Das. "Graças ao programa Goal da FIFA, montamos uma estrutura completa de desenvolvimento e atualmente estamos criando centros de formação", informou o secretário. "A FIFA nos ajudou a inaugurar escolinhas regionais, o que é muito bom", lembrou Dhar. "Mas nos países em que o futebol está mais desenvolvido, essa responsabilidade é dos clubes. Deveria ser assim também na Índia."
A equação é clara: bons centros de formação produzem bons jogadores, e estes fazem com que o público retome o interesse pelo campeonato local, em vez de acompanhar as ligas europeias. "Além da boa formação, precisamos atrair jogadores de nível internacional, como Robert Pirès e Hernán Crespo, que foram contratados por clubes indianos há alguns meses", aposta Dhar. "Se soubermos tirar proveito da presença desses jogadores, a popularidade do campeonato crescerá rapidamente." O dirigente está trabalhando, juntamente com o parceiro da I-League IMG-Reliance, para implementar um sistema de franquias patrocinado e administrado por empresas.
Uma popularidade latente
Diante de tudo isso, muitos poderiam pensar que a I-League não tem futuro. As perspectivas, porém, apontam justamente no sentido contrário, principalmente porque a popularidade do futebol no país continua latente. "Os jovens na Índia acompanham mais futebol do que críquete na televisão", destaca Das. Durante a Copa do Mundo da FIFA 2010, foram cerca de 100 milhões de indianos grudados nos aparelhos assistindo aos jogos.
O que o futebol nacional precisa agora, todos parecem concordar, é de uma simples faísca, para que o interesse dos jovens no campeonato local exploda novamente. A começar pelas vitórias marcantes da seleção, como na Copa Nehru, conquistada há alguns dias diante de Camarões. "Esse título será de grande ajuda", garante Pal. "O estádio estava praticamente lotado para a decisão em Nova Délhi, e a população acompanhou em massa pela televisão. Isso só pode ser positivo para o futebol indiano, e acredito que a liga nacional possa se beneficiar dessa popularidade."
Outro potencial impulso para a I-League poderia vir da organização de uma grande competição internacional. Na cabeça de todos aqueles que trabalham no futebol indiano, a Copa do Mundo Sub-17 da FIFA 2017 já é quase uma realidade. "Organizar esse torneio seria um trampolim fantástico para o futebol indiano, sem dúvida nenhuma", comenta Singh. "Primeiro, porque o mundo do futebol reconheceria a capacidade do nosso país de sediar um evento desse porte. Segundo, porque conseguiríamos uma significativa exposição na mídia, que é algo que nos faz falta. Por último, ele permitiria que os jovens indianos conquistassem o seu espaço no cenário internacional."
Uma coisa é certa: todos sentem que este é o momento de virar o jogo, concentrando esforços em busca das soluções adequadas. "A situação atual não é a ideal", sentencia Dhar. "Está na hora de mudarmos as coisas, mas não em detrimento dos clubes, do futebol e dos órgãos dirigentes, como a AIFF, a AFC e a FIFA. É por isso que a 'Força-Tarefa para o Futebol Profissional Indiano', criada pela FIFA, é crucial para que possamos reunir conhecimentos e experiência e, assim, encontrar a melhor solução."

Seleção de Futebol dos Estados Unidos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Seleção de Futebol dos Estados Unidos
Alcunhas?  Yanks (Ianques)
The Stars & Stripes (As Estrelas e Faixas)
The Red, White & Blue (A Vermelha, Branca e Azul)
Associação Federação de Futebol dos Estados Unidos
Confederação CONCACAF
Patrocinadores Estados Unidos Budweiser
Estados Unidos Chase
Estados Unidos Dick's Sporting
Estados Unidos Dodge
Estados Unidos Gatorade
México José Cuervo
Estados Unidos McDonald's
Estados Unidos Visa
Material desportivo?  Estados Unidos Nike
Treinador Alemanha Jürgen Klinsmann
Capitão Carlos Bocanegra
Mais participações Cobi Jones (164)
Artilheiro Landon Donovan (46)
Kit left arm usa12h.png Kit body usa12h.png Kit right arm usa12h.png
Kit shorts.png
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Uniforme
titular
Kit left arm.png Kit body usa12A.png Kit right arm.png
Kit shorts.png
Kit socks.png
Uniforme
alternativo
editar
A Seleção de Futebol dos Estados Unidos, ou ainda Seleção Estadunidense de Futebol, representa os Estados Unidos internacionalmente em competições futebolísticas. Ela é controlada pela Federação de Futebol dos Estados Unidos e compete pela CONCACAF (Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe). A equipe está classificada como a 24ª do mundo segundo ao Ranking Mundial da FIFA, 2ª pela CONCACAF e 34ª no Ranking Mundial Elo. Apareceu nas últimas seis Copas do Mundo e organizou a edição de 1994.
A equipe melhor finalizou na Copa do Mundo no torneio inaugural de 1930, onde terminou em terceiro. Mais recentemente, terminou em quarto lugar na Copa América de 1995, alcançou as quartas de final da Copa do Mundo de 2002 e levou o segundo lugar na Copa das Confederações de 2009. Os Estados Unidos conquistou a Copa Ouro da CONCACAF quatro vezes em dez torneios. Equipes de futebol dos EUA também levaram prata e bronze nos Jogos Olímpicos de 1904.
A seleção masculina compete na Copa do Mundo e na Copa das Confederações, além da Copa Ouro da CONCACAF e outras competições por convite. Até a década de 1990, a seleção dos Estados Unidos foi considerada uma das equipes mais fracas do mundo. Destaques antes da última fase do século XX foram: terminar em terceiro na primeira Copa do Mundo; depois, classificar-se para a Copa do Mundo FIFA de 1934 e retirando-se em 1938, participando depois em 1950, causando uma virada, derrotando a Inglaterra por 1-0 na sua quarta partida de grupo. Depois de 1950, os EUA não se classificou para a Copa do Mundo novamente até 1990.
Após a Copa do Mundo FIFA de 1990, os EUA se classificaram automaticamente como anfitriões da Copa do Mundo de 1994, perdendo para o Brasil nas oitavas-de-final. A partir de então, a equipe se classificou para todas as Copas do Mundo até então, até e inclusive a Copa do Mundo FIFA de 2010, com o melhor desempenho sendo alcançando as quartas-de-final da Copa do Mundo de 2002, perdendo para a Alemanha. Na etapa regional, a seleção também melhorou, com um recorde até 2009 de alcançar a final da Copa Ouro da CONCACAF bienal oito vezes desde 1989, ganhando quatro, em 1991, 2002, 2005 e 2007. Como vencedores da Copa Ouro de 2007, eles também avançaram para a final da edição de 2009 da Copa das Confederações da FIFA, perdendo para o Brasil na final.